Efraim Filho vê maioria por derrubada do veto de Lula à desoneração da folha e diz que Congresso deve analisar em dezembro
O senador paraibano Efraim Filho (União Brasil) contou ao ClickPB nesta terça-feira (28) que o Congresso Nacional deve analisar em dezembro o veto feito pelo presidente Lula (PT) ao projeto de lei que iria prorrogar a desoneração da folha de pagamentos para os 17 setores que mais empregam no país. Para Efraim, o veto deverá ser derrubado pelos parlamentares.
Ao ClickPB, o senador contou também que que vem conversando com outros parlamentares e a maioria deles está inclinada à derrubada do veto presidencial.
- Lula decide vetar integralmente projeto que prorroga desoneração de 17 setores
- Bancadas e líderes se unem para tentar derrubar veto de Lula à desoneração nesta semana
?Ainda não, será na próxima sessão do Congresso Nacional (decisão sobre análise do veto). Mas, imagino que deva ficar para o mês de dezembro. Estamos trabalhando firme nessa articulação e acredito sim que a maioria favorável à derrubada?, afirmou o senador ao ClickPB.
- Alimentos, transporte público, frete e informática: preços devem ter alta geral com fim da desoneração
- Inflação, desemprego e insegurança: saiba problemas que veto à desoneração pode causar
O veto definido pelo presidente Lula também foi alvo de críticas de outros políticos paraibanos, como os deputados federais Ruy Carneiro, Cabo Gilberto e Damião Feliciano.
- Cabo Gilberto critica veto a desoneração da folha e fala em um milhão de empregos afetados
- Ruy Carneiro avalia que veto de Lula a desoneração da folha de pagamento coloca economia em risco
Como publicado pelo ClickPB, o deputado federal Ruy Carneiro argumentou que o veto coloca em risco o crescimento da economia e defende o diálogo para resolver a situação.
- Efraim Filho lamenta veto de Lula a desoneração da folha e articula derrubada da decisão
- Deputado Damião Feliciano defende negociação com governo sobre veto da desoneração: ?vamos tentar equacionar essa questão?
?Se puder construir uma situação que garanta a geração de empregos, que isso é o mais importante, se pode conversar, ouvir propostas, é natural. Não podemos é fazer uma mudança abrupta que coloque em risco esses 17 setores, que ameaça esses empregos e até novas contratações?, disse Ruy Carneiro.
Fonte G1 Política
